Cancelamento
O voo deixou de operar ou o passageiro foi realocado para horário, rota ou dia diferente.
Cancelamento, atraso relevante, falta de assistência ou bagagem extraviada podem gerar diferentes direitos. Organize o ocorrido e solicite uma análise jurídica individual.
Cada ocorrência exige documentos e análise próprios. Selecione o problema no formulário para enviar as informações mais importantes.
O voo deixou de operar ou o passageiro foi realocado para horário, rota ou dia diferente.
A chegada ocorreu muito depois do contratado, inclusive no dia seguinte, ou houve perda da conexão.
A companhia não ofereceu informação, alimentação, acomodação ou transporte adequados à espera.
A mala foi extraviada, entregue com atraso, violada ou danificada durante o transporte.
O problema não se resume necessariamente ao desconforto da espera. Quando o transporte é prestado de forma incompleta ou muito inferior ao contratado, pode existir também uma perda econômica ligada ao próprio valor do serviço.
É o que ocorre, por exemplo, quando uma passagem mais cara é escolhida pela duração, rota, categoria ou conveniência e a viagem termina com longa espera, transporte terrestre, reacomodação inferior ou chegada apenas no dia seguinte.
Conforme as circunstâncias e as provas, pode ser juridicamente discutida a diferença entre o serviço contratado e aquele efetivamente entregue. Esse pedido não se confunde com reembolso de despesas nem com eventual dano moral.
A aplicação e o valor não são automáticos: dependem do preço ou das milhas utilizadas, das condições da passagem e da extensão do cumprimento imperfeito.
Mesmo que a companhia já tenha resolvido parte do problema, preserve tudo o que permita reconstruir a viagem contratada e a viagem efetivamente realizada.
Preencha apenas as informações essenciais. Ao final, será aberta uma mensagem organizada no WhatsApp para você revisar e confirmar o envio.
Não. A indenização não é automática. Devem ser examinados o tempo de atraso, a justificativa, a assistência prestada e as consequências concretas para o passageiro.
Não necessariamente. São fundamentos diferentes: um discute a perda econômica do serviço contratado e o outro, quando configurado, trata da lesão extrapatrimonial. A cumulação depende do caso.
O uso de milhas não impede a análise. É importante apresentar o extrato, a quantidade utilizada, as taxas pagas e as condições da emissão.
A assistência prestada é um elemento relevante, mas não encerra automaticamente a análise de outros prejuízos ou do cumprimento inadequado do contrato.